Wednesday, September 30, 2020

Empresária de confusão em bar no Leblon tem histórico de agressão

 


A empresária envolvida na confusão em um bar do Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro, tem contra si um boletim de ocorrência por agressão, em dezembro de 2019. De acordo com o registro, Scheila Gmack teria desferido socos e pontapés a uma turista gaúcha, na praia do Pepê, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro.

"Não aceito apanhar”, diz mulher envolvida em briga em bar

O boletim aponta que a turista gaúcha teria se levantado para ir ao banheiro, momento em que foi agredida pelas costas por Scheila. A jovem, identificada pela Polícia Civil como vítima do caso no registro, apresentava inchaço no olho direito e desconforto nas costas.

Uma testemunha foi até a delegacia na qual o caso foi registrado e confirmou a versão da turista, que não teria reagido às agressões. Ainda segundo o documento, Scheila não compareceu à unidade policial para prestar esclarecimentos.

Nas redes sociais, a denunciante afirma que estava no dia com um ex-affair de Scheila e acredita que por isso foi agredida pela empresária.

O Portal R7 procurou Scheila para comentar sobre o caso, mas não obteve resposta até a publicação da matéria. O site mantém o espaço aberto para manifestação da citada.

Tudo começou com um conversível, garrafadas, tapas e uma 'dancinha do biquíni' para arrematar. A sequência de ações registradas no celular fizeram do "barraco do Leblon" a mais nova obsessão da web. Na internet, a protagonista Scheila Mack chegou a ser apelidada "gostosa do Leblon", após devolver as agressões da arquiteta Aline Cristina Araújo Silva, que teria jogado uma garrafa em Scheila após se incomodar com sua festinha particular em um conversível<br><br>&nbsp;

Tudo começou com um conversível, garrafadas, tapas e uma 'dancinha do biquíni' para arrematar. A sequência de ações registradas no celular fizeram do "barraco do Leblon" a mais nova obsessão da web. Na internet, a protagonista Scheila Mack chegou a ser apelidada "gostosa do Leblon", após devolver as agressões da arquiteta Aline Cristina Araújo Silva, que teria jogado uma garrafa em Scheila após se incomodar com sua festinha particular em um conversível

Até esta segunda, Scheila se pronunciou nas redes sociais admitindo as agressões: "Não bati à toa e não aceito apanhar à toa", diz a influenciadora

"Passamos em uma rua mais movimentada e escuto uma garota falar 'Vagabunda'". Segundo Scheila, a arquiteta teria feito uma cara de deboche e mandado um beijo. Scheila conta que estava mostrando o celular para o engenheiro de produção Wilton Vacari Filho quando recebeu a garrafada nas costas.

"Como não tenho sangue de barata, minha reação foi pular do carro", conta Scheila. De acordo com a influenciadora, a arquiteta teria feito sinal para que Scheila entrasse na briga

"Apanhei, revidei. Estou certa? Acho que estou. Tenho certeza de que não mereço apanhar à toa. Bati com força e foi um tapa bem dado".



Fonte: R7

Pesquisa Exame/Ideia: Martha Rocha desafia hegemonia de Paes em um possível segundo turno



Pesquisa realizada pelo Instituto Ideia, a pedido da Revista Exame, aponta Eduardo Paes (DEM) na liderança na disputa pela prefeitura do Rio de Janeiro. Ele tem 26% das intenções de voto no primeiro turno, contra 17% do segundo colocado, Marcelo Crivella (Republicanos), e 12% da terceira, Delegada Martha Rocha (PDT).

A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Veja os números:


Eduardo Paes (DEM) – 26%

Marcelo Crivella (Republicanos) – 17%

Delegada Martha Rocha (PDT) – 12%

Benedita da Silva (PT) – 10%

Eduardo Bandeira de Mello (Rede) – 4%

Clarissa Garotinho (Pros) – 2%

Renata Souza (Psol) – 2%

Fred Luz (Novo) – 1%

Luiz Lima (PSL) – 1%

Cyro Garcia (PSTU) – 1%

Paulo Messina (MDB) – 1%

Glória Heloiza (PSC) – 1%

Suêd Haidar (PMB) – 1%

Henrique Simonard (PCO) – 0%

Nenhum dos candidatos, branco ou nulo – 12%

Não sabe – 10%



Fonte: G1


Ovelha chama a atenção em passeios pelo Rio

 


Rebeca chama a atenção por onde passa. Como muitos animais de estimação, ganha carinhos no pelo preto com uma mancha branca, colo dos mais entusiasmados e faz sucesso pelas ruas da Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio, onde mora com o dono. Só que ela chama um pouco mais de atenção do que os cães que costumam passear pelas mesmas ruas que ela. É que Rebeca não é uma cachorrinha, mas uma ovelha de dois meses de idade.

O caminho que levou Rebeca até o dono, o bancário Evilásio Carneiro – um sobrenome que mostra que nada é uma coincidência - foi difícil. Ele passava por um momento complicado quando a ovelha surgiu em sua vida. Sofria de problemas de ansiedade e tinha acabado de perder o emprego durante a pandemia da Covid-19. Cuidar de um animal foi apresentado pelo terapeuta como uma possível ajuda com os problemas pelos quais estava passando.

Rebeca, a ovelhinha preta e branca, por outro lado, tinha uma história que não começou bem. Ela foi rejeitada pela mãe ao nascer. Quem uniu os caminhos de Evilásio e Rebeca foi um criador de animais. A ideia era, desde o começo, ter uma ovelha mesmo.

“Inicialmente eu pensei em um cachorro, mas eu tinha mais afinidade com os ovinos e caprinos. Por isso eu decidi ficar com a Rebeca”, contou Evilásio.

A bichinha ainda trazia a memória de outro animal querido: Sabrina, uma cabritinha de estimação que Evilásio e a irmã tiveram quando eram crianças na Bahia. A sugestão do terapeuta, no fim das contas, teve o efeito desejado.

“Hoje eu tenho uma rotina. A minha rotina é a Rebeca. É acordar, fazer a mamadeira dela, o passeio com ela. Mesmo com a pandemia, eu tenho uma rotina de vida”, explicou Evilásio.

O animal chegou à casa dele com um dia de vida. Como todo bebê, quatro a cinco vezes por dia toma mamadeiras de leite de vaca, sem conservantes, que ele manda trazer de seu estado natal. Rebeca também está começando a comer ração feita de milho, soja e trigo.

“Ela já come capim também. Ela gosta de melancia, frutas e ama semente de abóbora”, contou o dono sobre a rotina alimentar.

Evilásio conta que as vacinas e o certificado sanitário de Rebeca estão em dia. Fotogênica, a ovelha já tem também perfil nas redes sociais.

Nas raras vezes que Evilásio precisa sair sozinho, Rebeca fica com a mãe dele. A expectativa é a de que a ovelha tenha o tamanho de um cão de grande porte na fase adulta.

Na Ilha do Governador, Rebeca passeia pelas ruas pelo menos duas vezes por dia para gastar energia. A cada 15 dias, eles fazem um passeio especial, pela orla, geralmente em Ipanema, para mudar de cenário.

Como é previsível, a atenção recebida pelo animal é grande, mas Rebeca lida bem com o assédio. De maneira geral, todos se encantam com a ovelha.

“Muitos nem conhecem ou tiveram contato com a espécie e querem passar a mão, perguntam se ela morde, se é um bezerro, se é uma cabra”, explicou o bancário, orgulhoso.

Poucas abordagens tiram Evilásio do sério. Uma das que o irritaram é quando disseram que Rebeca ficaria melhor na panela do que na rua. Ele não respondeu à provocação.

“Eu já passei e disseram que ela era melhor no forno com batatas. Eu ignorei”, contou.

Mas aquilo o marcou, causou uma reflexão e uma mudança de vida: ele pretende parar de comer carne. Hoje, Evilásio não se imagina sem Rebeca.

“A Rebeca hoje é muito importante para mim porque ela já faz parte da família. Para mim, ela é uma filha. Ela é um bebê em pele de cordeiro”, finalizou.



Fonte: G1


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